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terça-feira, 16 de junho de 2009

Marinha do Brasil


No mundo todo, apenas nove países possuem porta-aviões. O Brasil é o único do hemisfério sul a possuir um, isso é motivo de orgulho para nós brasileiros.

Este é o A-12 São Paulo, comprado na França em 2000 por US$ 12 milhões. Em condições ideais, o porta-aviões, que tem autonomia de 13.890 quilômetros, lança até 15 jatos, cada um armado com 4,5 toneladas de bombas, torpedos ou mísseis. Garante, também, o controle do mar com largos helicópteros caçadores de submarinos, recheados de sensores eletrônicos e bem armados. Em maio de 2005 ele sofreu um incêndio no sistema dos dutos de vapor, onde vem passando por reparos há quase três anos. A previsão é que ele volte a navegar daqui há quatro meses.

A primeira missão do A-12 está definida: um exercício conjunto com pilotos navais franceses, efeito de curto prazo do acordo assinado recentemente em Paris pelos ministros da Defesa do Brasil, Nelson Jobim, e da França, Hervé Morin.

O porta-aviões revitalizado será um navio melhor. Em uso desde 1963, ele passou por uma só revisão quando navegava sob bandeira francesa. No Arsenal da Ilha das Cobras, no Rio, pelo menos 20 diferentes obras foram desenvolvidas, desde a revisão dos motores até a instalação do sistema Mage, de medidas de apoio à guerra eletrônica, um centro digital que permite detectar de forma furtiva os sinais emitidos por um radar inimigo - esteja ele em outro navio, na cabeça de um míssil ou dentro de um avião.

Os 23 AF-1/1A Skyhawk A4Ku, comprados pelo Brasil do Kuwait por US$ 70 milhões em 1997, são os mais novos desses jatos entre os fabricados nos anos 70 pela McDonnell-Douglas, extinta pouco tempo depois. Voam a 1.100 km/hora e têm alcance de 3.220 km.

A linha era formada por 36 unidades. Na Guerra do Golfo cumpriram 1.236 missões contra o Iraque, agregados à aeronáutica militar da Arábia Saudita. O São Paulo leva até 15 jatos AF-1/1A e 6 helicópteros Sea King. Até agora, jamais conseguiu empregar essa configuração plena. Os pilotos não decolam exatamente do porta-aviões: com a turbina no limite máximo do empuxo de quase 5 toneladas, são lançados por uma catapulta a vapor que acelera da imobilidade até além de 260 km/h em pouco mais de 200 metros do convés de voo.

No retorno, não é fácil para o piloto, pois é preciso encontrar no meio do oceano uma pista, iniciar a descida por referências virtuais e sinais luminosos. Ao tocar a prancha, a mais de 250 km/h, o piloto baixa um gancho que deve se engatar em um cabo de aço, a linha de parada. Se perder o ponto da pegada, a ponte de comando ordena uma arremetida e novo procedimento.

In all world, only nine countries there is flattop. The Brazil is unique from south hemisphere to there is one.

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