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domingo, 12 de julho de 2009

Vamos raciocinar juntos


A Organização Mundial da Saúde (OMS) já avisou que os preservativos não impedem totalmente a contaminação do vírus, uma vez que esses são muitíssimos menores que os poros do látex de que são feitas as camisinhas.

A revista Seleções (dezembro de 1991, pág. 31-33), trouxe um artigo do Dr. Robert C. Noble, condensado de Newsweek de Nova York (1/4/91), que mostra como é ilusória a crença no tal "sexo seguro" com a camisinha.

A pesquisadora Dra. Susan C. Weller, no artigo A Meta-Analysis of Condom Effectiveness in Reducing Sexually Transmitted HIV, publicado na revista Social Science and Medicine, (1993, vol.36, issue12, pág. 1635-1644) afirma: "Presta desserviço à população quem estimula a crença de que o condom (camisinha) evitará a transmissão sexual do HIV. O condom não elimina o risco de transmissão sexual; na verdade só pode diminuir um tanto o risco."

As pesquisas indicam que o condom é 87% eficiente na prevenção da gravidez. Quanto aos estudos da transmissão do HIV, indicam que o condom diminui o risco de infecção pelo HIV aproximadamente em 69%, o que é bem menos do que o que normalmente se supõe. (PR, nº 409/1996, pág. 267-2274)

Isto significa que, em média, três relações sexuais com camisinha têm o risco equivalente a uma relação sem camisinha. Convenhamos que é um alto risco, já que a AIDS não tem cura ainda. É como uma "roleta russa."

Pesquisas realizadas pelo Dr. Richard Smith, um especialista americano na transmissão da AIDS, apresenta seis grandes falhas do preservativo, entre as quais a deterioração do látex devido às condições de transporte e embalagem. Afirma o Dr. Richard que:

"O tamanho do vírus HIV da AIDS é 450 vezes menor que o espermatozóide. Estes pequenos vírus podem passar entre os póros do látex tão facilmente em um bom preservativo como em um defeituoso". , (Richard Smith, The condom: Is it really safe sex?, Public Education Commitee, Seattle, EUA, junho de 1991, pág. 1-3)

O Dr. Leopoldo Salmaso, médico epidemiologista no Hospital de Pádua, na Itália, afrma que: "O preservativo pode retardar o contágio, mas não acabar com ele."

A Rubler Chemistry Technology, Washington, D.C., junho de 1992, afirma que: "Todos os preservativos têm poros 50 a 500 vezes maiores que o vírus da AIDS"

Vemos, portanto, que é irresponsável, cientificamente, dizer que a camisinha garante o "sexo seguro". O pior , ainda, é que esta falsidade vem acompanhada de um estímulo ao "sexo livre", sem responsabilidade e sem compromisso, o que o faz promíscuo e vulgar.

Fonte: Livro "Namoro" Prof. Felipe Aquino - Editora Cléofas

SEPÚLCRO CAIADO

Já ouviu essa expressão antes? A princípio trata-se de um sepúlcro todo bonito por fora, mas por dentro é cheio de podridão. O mesmo pode se dizer daquele que finge ser quem ele não é; ser falso, mascarado.

Para não me enquadrar nesse sistema, confesso que carrego um preservativo na minha carteira sempre e embora esteja tentando viver em castidade, não sei se me garanto por muito tempo (a carne é fraca), mas isso não muda a minha opinião de que a castidade é o caminho mais seguro de se evitar AIDS.

Um comentário:

zuleide disse...

A paz de jesus o amor de maria e o carinho de são josé, sou estudande do curso de graduação em biomedicina, tenho uma matéria em que tenho que apresentar artigos cientificos, gostaria de saber como faço pra achar estes artigos cientificos, sobre a ineficácia da camisinha,celulas embrionárias, e outros, para apresentar.